Sábado, Abril 21, 2007

Curtas

Ta faltando um parafuso


Incrivel como já tem mais de um mês de aula e eu ainda não me toquei que estou na Universidade. Aki mesmo no blog jah escrevi "escola". Sempre que tenho aula de desenho1 falo "aula de artes". Só falta sair na hora do almoço e falar que to indo pro recreio.

(quase)Brasiliense news

Adoooro andar em Brasília.Nem ligo de caminhar 20 min pra chegar na aula de manha. Tem muito verde em volta e sempre passa uma borboletinha no meu caminho, isso alegra muito o meu dia! De manhã ta fresquinho, o ar é puro... E além disso eu acho o máximo parar o transito quando eu entro na faixa de pedestres. Me sinto moooito poderosaa!

(o quase ficou por conta de que moro a quarenta km do plano piloto...)

Siglas e mais siglas...

Brasilia não é só a capital do Brasil, como também a capital das siglas. E na UnB as coisas ficam piores. Todos os prédio são identificados por letras. A não ser os que tem apelidos carinhosos, como o minhocão, o Ceubinho e o Definho. Consequentemente os estudantes aprendem a dar nomes abreviados a tudo, inclusive aos eventos que são promovidos. No meu curso temos o ChuPaDin- Churrasco Para Desenho INdustrial.... Inventado pelos veteranos do 4 semestre, aqueles pervertidos.... Tem também a FUDIDIN- Festa Universitária De Integração do Desenho INdustrial. O nosso semetre criou o QuinDIN, Quinta feira do DIndustrial. Tá eu sei que ficou fraco, mas pô, calouro né, eh pfodaa.....

NDesing em Floripa

Eu e todo mundo estamos empolgadíssimos com esse evento, que eh mtaa doidera. Maas eu tenho só um pequeno problema: Vai ser no sul e vai ser no inverno. E eu NÃO TENHO roupa de frio. Então, doações de casacos e cobertores, deixem um comentário. Preciso também de uma barraca pra me alojar, me proteger do vento e da chuva... Dinheiro também seria bom!! O que quiserem gente, pode doar. Se quiser saber mais sobre o NDesing, clique aqui-> http://www.ndesign.org.br/2007/

Sexta-feira, Abril 13, 2007

Deixei de ser mocinha

Nesse sábado fiz uma coisa que me tornou mulher: Comprei um escarpin!

Pq na minha cabeça, toda mulher que se preze tem que ter um escarpin. Se for uma mulher fatal, terá um vermelho!

Eu como sou modesta, comprei um preto mesmo. Quem sabe um dia ganho um vermelho de algum bofe?(Hum... estou delirando.)

Só tive um pequeno probleminha com tamanho... O 37 ficava folgado, e o 36 apertado!! Que maravilha de pé que eu tenho hein? Perguntei se tinha o 36,5 mas não tinha... Aí levei o 36 mesmo. mas a moça me garantiu que vai folgar depois. Até perguntou pra outra moça se o dela tinha laceado. Garantiu.

Tô dando uma ajudinha também né, vo ficar usando ele em casa pra acelerar o processo. Tô com ele faz uma hora já. Tá bem apertado sim, mas não ta doendo não. Depois de meia hora eu parei de sentir o meu pé mesmo.

Mas ficou lindo. LINDO!



Comprei també uma sandália vermelha (eu sempre quis ter uma!) e uma bege, ambas de salto. Acabou o meu sofrimento de ter deixado minhas sandálias em minas... Quer dizer, mais ou menos né, ainda tenho saudade delas, mas...posso compensar com as outras. Também não tenho lugar pra usar essas sandálias, mas isso é o de menos. Qualquer coisa eu uso a bege pra ir no churrasco, eh neutra mesmo. Só que o salto é quinze, mas isso é só um detalhe.

Também ta faltando dinheiro pra mim comer na escola, mas não tem problema, ganhei a bolsa alimentação mesmo...

Tá bom, eu sei que exagerei. Mas foi só dessa vez.
Juro que não compro mais sapato!





Sábado, Abril 07, 2007

APOCALIPSI NÁU

O mundo tá acabando e nóis aqui boiando.


Quinta-feira, Abril 05, 2007

Me apaixonei por uma colher de macarrão

Foi na aula de introdução ao design. O professor havia levado uns objetos para fazermos um trabalho de análise e um deles me chamou a atenção. Era uma colher verde-limão, de plástico. Fiquei observando aquela coisa, suas formas curvas e sua cor berrante, quando de repente econtrei os seus olhos, e vi que sorria! Sim, a colher tinha uma carinha feliz no fundo, com dois olhos e uma boca sorridente...Pensei " quero essa colher para mim!"
Corri até a mesa e a peguei para podermos realizar o trabalho. Nesse momento de contato, a afeição entre nós (Eu e a colher de macarrão, batizada de "Etezinho") foi aumentando. Tão triste foi o final da aula, quando tivemos que nos separar...
As pessoas não entendem minha relação com o Etezinho. Ficam pensando como surgiu esse sentimento. Não percebem que essa colher tem uma coisa especial: ela é capaz de sorrir! Sorria pra mim, com tanta graça e pureza, independente de me conhecer ou não... e sei que sempre que eu precisar de um sorriso para me animar, a encontrarei me dando apoio...
Quantas são as pessoas como a colher de macarrão, capaz de sorrir assim para um estranho, com tamanha franqueza, com tamanho frescor? Quem já recebeu um sorriso assim gratuito, de um desconhecido, um alguém que sorri sem pedir nada em troca, apenas para agradar, para transmitir aos outros a sua alegria... Sempre que uma pessoa usa um sorriso é pensando em receber algo em troca, impressionar alguém, causar boas impressões. A colher de macarrão ri sem se importar com o que os outros vão pensa do seu sorriso, ri a penas pelo prazer de rir, de se feliz...
Certas pessoas nunca entenderão meu caso com a colher de macarrão. Mas quem sabe um dia, elas encontrarão na vida dela alguém que as dê um sorriso assim, gratuito, sem esperar nada em troca, apenas mostrando a simpatia, a vontade de ajudar, a pureza...
Se isso acontecer a elas, vão descobrir um novo modo de lidar com as pessoas, algo que vai além da troca de favores, além dos interesses que povoam a sociedade em que vivemos...
Enquanto isso, continuo encantada com a colher de macarrão...

Quarta-feira, Abril 04, 2007

Enfim trote!

E eu que achava que não ia haver mais... Ledo engano!
Eis que numa bela manhã de terça feira nossos veteranos nos pega de surpresa!
Quando vi a placa de "TROTE" na janela da porta da sala, morri de medo. Nem tava com minha pior roupa!! Depois eles pediram a nossa carteirinha, relutei, mas resolvi entregar. Fomos amarados com barbante e brincaram de corujinha faz tchu tchu com a gente, no meio do gramado. Aí fomos pintados e sujados, escreveram DI na nossa testa, e saímos pelo campus cantando pérolas musicais tais como:
"um dois três, quatro cinco seis, seteeeeeee....OOOOOOOOOOIIITOOOOO!!!" ( Aí no oito a gente dançava e dava dois pulinhos...)

"DI não faz parafusooooo!!! DI não faz parafusooooo!!"

A mais criativa foi cantada ao som da marchinha "a pipa do vovô"

"o prédio do DI Não sobe maaais!!o prédio do DI não sobe mais!!
Apesar de não ser muito caro, o DI foi passado pra trás..."

Tiramos muitas fotos, e eu fiquei com a garganta doendo de tanto cantar, mas não podia parar porque ficaram ameaçando jogar tinta no nosso cabelo se não cantassemos...
E pra finalizar: Fomos leiloados. Coisificaram a gente!! Foi a parte da humilhação pública, em que a gente tinha que se aprensentar na frente de todo mundo e "fazer a propaganda" e ainda dançar um funk no final... Mas até que fiquei satisfeita, me compraram por 51 centavos!!!
Mas vcs acham que acabou por aí??Teve só uma pausa pro almoço. Depois a gente teve que vender lápis (?!) pra poder juntar 30 reais pro nosso churrasco... Mas foi fácil, a galera fica com pena da gente e acaba ajudando....
No final das contas, sei que me diverti muuuito, conheci meus veteranos - que são mó legais, diga-se de passagem- e ainda consegui uns trocados extras com a brincadeira do lápis!!!
Só sei que ano que vem vou leiloar meus calourinhos.Adorei essa idéia, heheheh...


* Deixei o meu blog abandonado pq tava sem internet...e ainda não ´tô inspirada pra escrever, desânimo total de vida.
Gente e vcs viram o atentado de incêndio na UNB??? MEDO! Eu vou morar lá com aqueles loucos...